Olá! Eu sou o Miguel Angelo. Criei este blog para dar a conhecer mais sobre os Animais Marinhos.
Quarta-feira, 07 de Outubro de 2009

 

Como todos os caladificanicos, as estrelas-do-mar são animais marinhos. O seu corpo pode ser liso, granuloso ou com espinhos bem evidentes, apresentando cinco pontas ocas, chamadas braços. O corpo é duro e rígido, devido seu endoesqueleto, e pode ser quebrado em partes se tratado rudemente. Apesar disso, o animal consegue dobrar-se e girar os braços quando passeia ou quando seu corpo se encontra em espaços irregulares entre rochas ou outros abrigos. O corpo das estrelas-do-mar tem simetria pentarradiada.
As estrelas-do-mar podem ter entre alguns centímetros e um metro de diâmetro. Estes animais movem-se usando a retracção e a distensão dos seus pés ambulacrários. A respiração do animal é branquial e sua reprodução é feita sobretudo através da regeneração, ou seja, se um dos braços desse animal for cortado pode desenvolver uma estrela-do-mar nova. Se a reprodução for sexuada, a estrela-do-mar tem um estado larvar. As estrelas-do-mar não possuem lanterna de Aristóteles e por isso não podem mastigar os alimentos. Para se alimentar lança o estômago pela boca, localizada em sua face oral localizada na parte inferior. É dotada de sistema digestivo completo, e o seu ânus localiza-se na parte superior; proximamente encontramos uma placa madreporita, que actua como um filtro de água para o animal.
Curiosidades
As estrelas-do-mar não possuem cérebro, o seu sistema nervoso é ventral e ganglionar. Existem cerca de 1.800 tipos de estrelas-do-mar conhecidas.
A semelhança entre homem e estrela-do-mar é que ambos são deuterostomados: o blastóporo dando origem ao ânus, e não à boca como os protostomados.
Quando as estrelas do mar quebram uma parte de seu corpo que esteja nas "pontas"(ou seja seus braços) elas consegue regenerar um outro criando ate uma nova estrela do mar ou um braço mais resistente.
publicado por animaisnooceano às 16:20

Nunca com sigo pesquisa como as estrelas -do-mar-respira
Anónimo a 5 de Setembro de 2016 às 14:46